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O que fazer para combater a depressão pós- parto

Publicado em 05 de Dec de 2013 por Leticia Maciel | Comente!

A expectativa pela chegada do bebê pode causar ansiedade e o surgimento do medo de cuidar de alguém tão pequeno, pode levar a um quadro de depressão pós-parto. Veja como os familiares e a futura mamãe podem fazer para combater esse mal



Texto: Fernanda Emerick / Ilustração: Melissa Lagôa/ Adaptação: Letícia Maciel

A ausência de higiene, constante expressção de tristeza, facilidade de chorar e alterações
graves no sono, humor e apetite são sintomas da de pressão pós-parto.
Ilsutração: Melissa Lagôa

Toda aquela expectativa da chegada do bebê nem sempre é só flores, berços, ou mamadeiras. Muitas mamães, principalmente de primeira viagem não conseguem lidar com a angústia e ansiedade comuns do momento. É importante ficar atento às transformações comportamentais e psicológicas para que a magia da gravidez não seja substituída por uma fase de lágrimas e rejeição. A depressão pós-parto tem como sintomas a ausência de higiene, constante expressão de tristeza, facilidade de chorar e alterações graves no  sono, humor e no apetite. Para impedir que a relação entre mãe e filho seja afetada, os familiares podem tomar alguns cuidados para ajudar a combater esse tipo de depressão. Confira:

  • Conversar e explicar para a mãe que se trata de uma mudança e que ela será capaz de cuidar bem do seu filho.
  • Deixar claro que a família a apoiará nesse momento, mas que um tratamento psiquiátrico é fundamental para o processo.
  • Mostrar que a medicação na depressão é tão importante quanto tomar remédios para uma gripe ou cuidar de uma perna quebrada
  • Pedir para que a mãe fale abertamente sobre os seus medos e pensamentos, sem se preocupar com julgamentos daqueles ao seu redor
  • Convidar a mãe para fazer parte de sua rotina. Solicitar a companhia dela para almoçar, fazer compras ou exercícios físicos.

 

  • Fazer com que a mulher ganhe conhecimento do seu problema. Dê a ela, livros, reportagens e textos.
  • Incentivar que a progenitora faça alguma atividade física periodicamente, para assim liberar endorfina, uma substância que é reduzida naqueles com depressão.
  • Apontar a importância do cuidado com a alimentação e dos benefícios de evitar alimentos que colaborem com o mal, como aqueles que são mais ricos em gorduras.
  • Estimular que ela tenha uma vida social e constantemente ativa, saindo com amigos, familiares, etc.
  • Contar os casos de pessoas conhecidas ou públicas que também enfrentaram o mal e conseguiram superar. Será uma forma de tranquiliza-las e expor que qualquer um pode passar pelo mesmo.

 

 

 

Revista VivaSaúde Edição 100



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