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Coronavírus: veja os cuidados que você tem que ter

Publicado em 28 de Feb de 2020 por Redação | Comente!

De acordo com médico da Amparo Saúde, os cuidados devem ser maiores com homens mais velhos e portadores de doenças respiratórias



Texto Redação

No início de Janeiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) identificou na China um novo tipo do Coronavírus (já existiam outros tipos), mas agora com um upgrade: Covid-19. O vírus que já atinge cerca de 40 países, tem deixado a população em alerta. No Brasil, o Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso positivo de da doença em São Paulo. Esse é o primeiro caso do vírus em toda América Latina. Por isso, a Amparo Saúde, primeira rede de clínicas privadas de APS do Brasil, traz informações e cuidados tanto para profissionais da saúde quanto para os brasileiros.

Em ação, foi criado um protocolo pelo Ministério da Saúde, onde há duas possibilidades do paciente ser considerado um caso suspeito. Na primeira opção, o paciente precisa apresentar febre, pelo menos um sintoma respiratório e ter viajado nos últimos 14 dias para uma área de risco. Já na segunda possibilidade, o paciente tem febre, pelo menos um sintoma respiratório e esteve em contato com pessoas que estiveram em áreas de risco. Nestes casos, o paciente passa por um primeiro teste, realizado no próprio hospital de atendimento, a partir de amostras de vias aéreas ou escarro. Caso o exame dê positivo para a doença, a pessoa passa por diagnóstico laboratorial, chamado de contraprova, em um dos laboratórios de referência, são eles: Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, no Instituto Evandro Chagas, no Pará e no Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo.

Muitas pessoas são infectadas com outras cepas do Coronavírus, mas dificilmente apresentam complicações. Segundo o Diretor Médico da Amparo Saúde, Renato Walch, o termo "nova gripe" deve ser evitado, pois pode confundir ao associar com a Gripe (Influenza), que mantém a sua sazonalidade. "Em termos mais técnicos, se trata de um RNA-vírus, de ordem nidoviridae da família Coronaviridade, normalmente hospedeiro em mamíferos e aves (intermediário)". Ainda sob análise e estudo, o vírus pode ficar incubado por até 10 dias e, normalmente, atinge mais pessoas do gênero masculino, de 02 a 75 anos, com média de 45 anos.

Os sintomas comuns entre os pacientes infectados são: febre (geralmente alta), tosse e dispneia (falta de ar). Por se tratar de sintomas muitas vezes característicos de outras doenças, é levado em consideração o contato com pessoas com suspeita ou confirmação da doença em até 14 dias antes ou contato com pessoas que estiveram em região de surto 14 dias antes. Esse contato é feito por proximidade, de até 2 metros dentro de local fechado, ou com secreções. "É indicado internação em casos consolidados de alveolar (pneumonia) no exame de imagem, ou, ainda, sinais de alteração do estado mental e insuficiência Respiratória Aguda", reforça Walch.

Em ação, hospitais e clínicas têm passado orientações e implantado cuidados especiais. É o caso da Amparo Saúde, que produziu um material de apoio para toda equipe médica com detalhes específicos sobre o vírus, são eles: ficha de identificação, período de incubação, transmissão, exames que podem ajudar a identificar e pontos importantes de atenção. Além disso, uma lista de cuidados foi disponibilizada para os pacientes com o objetivo de evitar contágios:

Orientações para população:

• Ainda não há vacina;

• Orientar hidratação;

• Evitar contato próximo com pessoas com quadro respiratório;

• Orientar higiene das mãos;

• Usar lenço descartável para higiene nasal e/ou tosse;

• Cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar;

• Evitar compartilhar objetos de uso pessoal (talher, escova de dente, copo, ...);

• Evitar ambientes fechados, não ventilados.



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