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Medicamentos para o tratamento de câncer

Publicado em 18 de Jul de 2014 por Leticia Maciel | Comente!

Conheça os medicamentos apresentados no Congresso do American Society of Clinical Oncology (ASCO), ocorrido em junho de 2011 nos EUA. Alguns dos medicamentos já estão sendo usados no Brasil



Texto: Rose Mercatelli/ Foto: Shutterstock/ Adaptação: Letícia Maciel 

Os medicamentos foram apresentados no Congresso da American Society of Clinical Oncology
(ASCO)
Foto: Shutterstock  

ACETATO DE ABIRATERONA 

Tratamento não quimioterápico que breca o câncer de próstata devido à sua interferência na síntese do hormônio testosterona, principal alimento do tumor. É indicado para casos com metástase e em estágio avançado, quando a retirada do órgão, a terapia hormonal e a quimioterapia não surtiram resultados. 

CABAZITAXEL 

Já à venda no país, esse novo quimioterápico, com a mesma indicação da abiraterona, em sua última fase de teste reduziu em 30% o risco de morte e prolongou a vida dos voluntários que tomaram o medicamento em 15 meses. O estudo foi realizado com 755 pacientes de 26 países, em 146 centros médicos, inclusive no Brasil. 

VEMURAFENIBE 

O medicamento inibe a ação de um gene (proteína) mutante que está presente em metade dos casos de melanoma, o mais letal dos tumores de pele: “A mutação dá origem a um crescimento excessivo das células malignas. O vermurafenibe age bloqueando a ação do gene mutante”, explica Rafael Kaliks. Em seu teste final, o vermurafenibe, indicado para os casos de melanoma metastático avançado, reduziu em 63% o risco de morte dos pacientes que receberam o medicamento, em comparação aos que foram tratados somente por meio de quimioterapia convencional.

IPLIMUMABE

O medicamento não age diretamente nas células tumorais, mas atua no sistema imunológico, aumenta consideravelmente o poder dos linfócitos T e, com isso, ajuda no combate da melanoma maligno avançado. O imunoterápico é bastante indicado para os casos que já foram tratados com quimioterapia, mas que não obtiveram os resultados que eram esperados. Após a aplicação dos testes finais, o medicamento aumentou a sobrevida dos pacientes aproximadamente 11 meses em relação àqueles que receberam apenas o processo de quimioterapia no tratamento. 

 

 

Revista VivaSaúde Edição 100

 

 

 



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