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Mitos e verdades sobre a vacina Anti-HPV

Publicado em 27 de Jan de 2020 por Redação | Comente!

Maria Emilia Gadelha Serra, presidente da Sociedade Brasileira de Ozonioterapia Médica (SOBOM), explica tudo!



**A vacina anti-HPV é a única maneira de prevenção do câncer de colo de útero**

*MITO* - existem diversas maneiras eficazes e seguras, sem os efeitos colaterais da vacina, como uso de preservativo durante as relações sexuais e diagnóstico precoce por meio de exame de Papanicolau.


**A vacina anti-HPV contém metais pesados como mercúrio e alumínio**

*VERDADE* – a vacina contém alumínio, um metal tóxico usado para conservação e aumento da capacidade de gerar anticorpos. Esse tipo de substância é extremamente prejudicial ao organismo, podendo desencadear desordens autoimunes e problemas neurológicos.

**A vacina anti-HPV não protege contra todos os tipos de vírus HPV**

*VERDADE* - existem quase 200 cepas de vírus HPV, e se alega que a vacina protege somente contra 9 tipos no máximo. Estudos mais recentes vêm questionando a segurança e a eficácia real dessa vacina em prevenir o câncer de colo do útero.


**A vacina anti-HPV fornece proteção para a vida toda**

*MITO* – os efeitos dos anticorpos que a vacina induz duram apenas cerca de 14 anos no organismo. Ao longo de todo esse período podem ser observados os efeitos colaterais.


**O câncer de colo do útero é o terceiro tumor mais frequente em mulheres**

*VERDADE* - por isso a importância da prevenção e cuidados, sempre preferindo os métodos que ofereçam o mínimo possível de efeitos colaterais.


**A vacina anti-HPV é segura, quase não possui efeitos adversos e os riscos são mínimos, se comparados aos benefícios**

*MITO* - Os riscos de efeitos adversos são expressivos, inclusive são descritos na bula do fabricante. Dentre os principais podemos destacar dor de cabeça, sangramentos, infertilidade e falência ovariana, paralisia muscular, crises de abalos musculares semelhantes a convulsões, dentre outros, com dezenas de relatos de casos no Brasil e no mundo. Nos Estados Unidos, foi tomado conhecimento do polêmico caso de morte de Christina Tarsell. No Brasil uma criança morreu 11 dias após receber a vacina e somente no Estado do Acre já existem cerca de 100 casos de vacinados com lesões neurológicas graves.


**Todos os estudos de segurança da eficácia da vacina foram comprovados**

*MITO* - a utilização de uma vacina ou de uma substância contendo metal pesado, em vez de uma substância inerte como placebo, por parte do fabricante da vacina anti-HPV (praxe comum nos testes de vacina), criou uma desvantagem metodológica, sendo quase impossível avaliar sua verdadeira segurança. Além disso, a amostragem da população utilizada foi insuficiente e excluíram-se os grupos de risco – justamente os mais suscetíveis aos efeitos colaterais da vacina –, e foram considerados válidos somente os relatos de no máximo 14 dias após a vacina, ignorando-se o restante dos eventos.

 

**Mulheres são mais propensas a sofrerem os efeitos colaterais da vacina** 

*VERDADE* - De acordo com o próprio fabricante da vacina, as mulheres têm 100X mais chances de ter alguma reação a ela, do que de desenvolverem o câncer de colo de útero espontaneamente.

 

**Tem país que proibiu a vacina anti-HPV**

*VERDADE* - No Japão a vacina durou somente 3 meses após o governo identificar relatos de vítimas de reações adversas em adolescentes vacinados durante campanha de vacinação nas escolas.

   

 

 



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