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Tatuador pode identificar câncer de pele

Publicado em 25 de Sep de 2014 por Clara Ribeiro | Comente!

A lesão se relacionada ao abuso da exposição solar sem proteção, mais fumo e HPV podem influenciar o quadro. A novidade é que agora os tatuadores poderão ajudar no diagnóstico precoce



Texto: Tayane Garcia / Foto: Shutterstock / Adaptação: Clara Ribeiro

O hospital A.C. Camargo oferece treinamento para tatuadores ajudarem na identificação

de melanomas e não-melanomas

Foto: Shutterstock

Estima-se que 580 mil novos casos de câncer de pele surgirão no Brasil a cada ano. Quanto mais cedo eles forem detectados, maiores são as chances de cura. Para incentivar diagnósticos precoces, o A.C. Camargo Cancer Center oferece treinamento gratuito para que os tatuadores sejam capazes de identificar essas lesões, já que têm contato diário com a pele de seus clientes.

“Quem procura o tatuador para esconder uma pinta que incomoda, não sabe que pode ter um câncer. Se o profissional souber identificá-lo, alertará a pessoa”, diz João Duprat Neto, diretor do Núcleo de Câncer de Pele e Dermatologia do mesmo hospital.

Os tipos mais comuns são os não-melanomas, e se manifestam no rosto e pescoço - chamados de basocelular, e afetam mais os adultos e idosos. A orelha, os lábios,o dorso da mão e a face são outras áreas alvo e, assim, a lesão será o do tipo espinocelular. Estas modalidades representam 95% dos casos. Os demais 5% são situações mais graves, os melanomas, mais comuns em peles claras.

Use protetor solar!

No inverno, os raios UVB, responsáveis pela maioria dos casos de câncer de pele, diminuem. Mas os raios UVA, que penetram na camada mais profunda da pele, a epiderme, permanecem e podem causar lesões graves.

Revista VivaSaúde - Edição 134