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Estresse do cuidador de idoso

Publicado em 24 de Aug de 2015 por Marília Alencar | Comente!

Mais cuidado com aqueles que cuidam dos idosos! Seja um familiar ou não, a pessoa que auxilia o idoso deve ter um tempo para si



Texto: Marco A. Janaudis, secretário geral da Sociedade Brasileira de Medicina de Família / Colaborou: Rosana Miyuki Irie / Foto: Shutterstock / Adaptação: Marília Alencar 

Cuidador de idosos

(Foto: Shutterstock)

Com o aumento da expectativa de vida, as famílias hoje contam com a presença de idosos em seu meio. Muitas vezes, mais de um. São pessoas queridas e que provavelmente muito fizeram pela família. Geralmente os cuidados ficam centralizados em um dos entes familiares (filho, neto, sobrinho), a quem chamamos de “cuidador”. As incumbências são muitas: trocar fraldas, darbanho, alimentação, passeios e remédios. E não raramente surge uma situação que denominamos “estresse do cuidador” e devemos estar atentos a ela. Não é incomum vir acompanhada de cansaço e às vezes depressão.

Orientamos que o cuidador deve ter um tempo para si, para se cuidar, para descansar. O ideal seria que ele conseguisse revezar a tarefa com outra pessoa, podendo ser outro familiar ou até uma pessoa contratada. Muitos cuidadores relutam em dividir essa tarefa, porque acham que estão negligenciando o idoso, ou contam que não podem pagar. As dificuldades são muitas. Mas não devemos deixar de lembrar ao cuidador:“se o senhor ficar doente, quem vai cuidar do idoso?”.

Revista VivaSaúde/ Edição 147



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