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Idoso doente: manter em casa ou instituição

Publicado em 26 de Jan de 2015 por Marília Alencar | Comente!

Ter um idoso doente na família é uma situação que frequentemente suscita a dúvida: é melhor mantê-lo em casa ou levá-lo para uma instituição?


  • Em casa, com um cuidador familiar

    Prós: o idoso terá contato direto com a família. O ambiente familiar, evidentemente, lhe parecerá mais seguro e amigável.

    Contras: para corresponder às necessidades do idoso, toda a dinâmica familiar precisará ser adaptada, já que, mesmo havendo um parente responsável, todos deverão colaborar nos cuidados do dia a dia.

  • Em uma instituição de longa permanência

    Prós: dependendo da aceitação do idoso e de sua adaptação ao local, ele poderá mostrar-se até mais ativo do que no ambiente familiar. Os serviços oferecidos na instituição e os recursos humanos disponíveis no local farão toda a diferença.

    Contras: o idoso deixa de participar assiduamente das atividades da família e fica afastado do ambiente e dos objetos aos quais se apegou durante a vida. Boas clínicas, em geral, cobram mensalidades polpudas e destinam um valor limitado de vagas a idosos dependentes.

  • Em casa, com um cuidador profissional

    Prós: o contato com a família continua garantido. Além disso, se o profissional tiver ao menos uma formação técnica em enfermagem, poderá zelar também pela saúde do idoso, além de garantir seus cuidados básicos. Ele não faz as vezes de um médico, mas é capaz de analisar as reações do paciente, no dia a dia, indicando quando é o momento de solicitar a ajuda do profissional.

    Contras: a contratação do cuidador formal exigirá um investimento significativo. Além disso, a rotina da família também sofrerá uma grande mudança, já que haverá um estranho circulando pela casa.

Texto Rita Trevisan/ Ilustração: Cecília Andrade / Adaptação: Marília Alencar 

Revista VivaSaúde/ Edição 86



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