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Ter um Filho com Síndrome de Down

Publicado em 21 de Mar de 2018 por Redação | Comente!

Sem medo e sem tabu, saiba quais os cuidados necessários ao ter um filho com a Síndrome de Down



Ter um filho com síndrome de down assusta muitos papais e mamães, mas isso não é necessário. Com informação e orientação, você vai notar que todos poderão ser muitos felizes juntos!

Ter um filho com Síndrome de Down

Ele não parou nenhum segundo. Desde o momento em que saiu do colo da mãe, Rodrigo, de apenas 2 anos, entrava na casinha de brinquedo e mexia em tudo o que estava ao seu alcance. A poucos metros, Nathalie, de 7 anos, arrumava metodicamente os elementos de plástico que imitavam uma cozinha. Eles brincam, estudam, caem, se machucam, fazem birra, choram e também dão muito amor, assim como qualquer outra criança.

A particularidade dessas duas vidas é a presença do cromossomo 21, característica da Síndrome de Down (SD), condição genética gerada pela formação do óvulo ou espermatozoide que carregam esse cromossomo extra na hora da fecundação.

Tanto a mãe de Rodrigo, Ana Paula de Castro Moreno Mendonça, de 37 anos, quanto a de Nathalie, Maria Arleide de Jesus Ishida, de 49, só descobriram que os filhos tinham a condição tempos depois do nascimento deles, quando a exarcebação de algum sintoma as levaram de volta para o hospital: Rodrigo tinha refluxos frequentes e Nathalie é cardiopata. A notícia do diagnóstico foi uma surpresa para os pais e gerou medo.

Exames diagnósticos da Síndrome de Down

A SD só é confirmada a partir do exame do cariótipo, que analisa o número e o formato dos cromossomos. Quando a criança nasce, esse teste é realizado com mais segurança por causa da amostra de sangue. “Durante a gestação, a confirmação é feita apenas com os exames de biópsia de vilo ou amniocentese. Nesses procedimentos, invasivos e com risco para o bebê e a mãe, é realizado o cariótipo para confirmação”, explica a pediatra Iveli Falcone de Lourenço, da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo (APAE de São Paulo).

Como combater falsas crenças

Uma das formas de acabar com o tabu e as falsas crenças sobre as SD é se informar melhor. A internet permite isso, mas também oferece informações incorretas e mal fundamentadas. Por exemplo, é comum que indivíduos procurem por sintomas específicos para fazerem um autodiagnóstico de alguma doença. Os resultados dessa pesquisa, sem auxílio médico ou fontes confiáveis, variam entre algo simples ou um caso de vida e morte. Não ocorre diferente com pais de filhos com a Síndrome de Down. Para garantir o acesso a dados confiáveis, procure a APAE de São Paulo, o CHAT21, o Movimento Down e o Down21.

 

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*Por Larissa Maruyama | Foto Shutterstock | Adaptação Isis Fonseca.

 

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