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Mel para combater bactérias do organismo

Publicado em 05 de Jun de 2013 por Leticia Maciel | Comente!

A sua qualidade vai além da doçura, pois tem se mostrado eficaz para combater bactérias resistentes aos antibióticos tradicionais



Texto: Marcela Carlini/ Foto: Shutterstock/ Adaptação: Letícia Maciel

O mel é um alimento energético que deve ser consumido com moderação, não ultrapassando
duas colheres (sopa) por dia
Foto: Shutterstock

Pode substituir o açúcar na alimentação

O mel é o melhor substituto do açúcar, justamente porque tem um grande valor energético. É rico em glicose e principalmente frutose, além de trazer em sua composição minerais e várias vitaminas em pequenas quantidades. Para utilizá-lo em sua textura normal, recomenda-se guardá-lo fora da geladeira, pois se armazenado em temperaturas abaixo de 37° C tende a cristalizar, ou seja, fica semelhante ao açúcar

Devo comer quando estou com tosse

Com certeza o consumo de mel é benéfico quando se está com tosse. Hoje, ele é um dos ingredientes mais usados para produção de pastilhas e xaropes para a garganta. Um estudo realizado pela Universidade de Amsterdã, na Holanda, isolou os componentes do mel com ação antibiótica e os testou contra vários tipos de bactérias resistentes aos antibióticos tradicionais, demonstrando que seu efeito microbicida pode combater um amplo espectro de bactérias.

Não cura a gripe

Com o passar dos dias, a pessoa com gripe tem mais secreção nasal, tosse, congestão, dor de garganta e febre. Nesse caso, o mel vai agir como um agente bactericida, aliviando os principais sintomas, mas não curando a doença, uma vez que a gripe é causada por um vírus. Assim, o consumo regular do alimento apenas fortalecerá as defesas naturais do organismo

Pode engordar

Como todo carboidrato, o mel pode contribuir para o aumento de peso quando consumido em excesso. Entretanto, ele pode ser ingerido diariamente desde que seja com moderação. Para que você possa calcular as calorias, saiba que uma 1 colher (sopa) possui 64 kcal, logo, o ideal, para não comprometer a dieta, é nunca ultrapassar 2 colheres (sopa) ao dia.

Faz bem para as crianças

O mel pode ser oferecido para as crianças, pois é um alimento energético, rico em minerais e vitaminas e com um índice glicêmico moderado. A única ressalva é para bebês de até 12 meses de idade, pois eles estão mais suscetíveis a desenvolver botulismo infantil (também denominado de botulismo intestinal) que ocorre pela ingestão do Clostridium botulinum, que irá produzir a toxina no intestino do bebê. O mel é uma fonte potencial de transmissão do botulismo, principalmente pela deficiência de fiscalização nas propriedades produtoras do mel in natura e pela suscetibilidade da imunidade do bebê em seu primeiro ano de vida.

Possui diferenças

A cor e o sabor dependem da espécie de flor de onde o néctar foi retirado. A coloração varia do branco ao marrom, sendo que os tipos mais claros têm sabor mais suave. No Brasil, as plantas cultivadas para fornecimento de mel são o cafeeiro, cambará, eucalipto, maria-mole, ingá, alecrim, entre outras. Não há um tipo de mel melhor que o outro, mas o mais apreciado é o de flor de laranjeira, por ser considerado o mais saboroso.

 

 

Revista VivaSaúde Edição 91



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